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Dor nas costas que irradia para as pernas pode ser dor ciática

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Você sabia que cerca de 80% da população mundial sente dor nas costas em algum momento da vida? A dor lombar é a que mais leva pessoas aos consultórios médicos.

Esse incômodo nas costas, que muitas vezes se irradia até as pernas, acompanhando o trajeto do nervo ciático, é conhecido como dor ciática. Ele pode ser causado por hérnia de disco, ocasionando dormência, formigamento e perda de força.

O diagnóstico é realizado através de exames como raios-X e eletroneuromiografia, que avalia a saúde dos nervos e dos músculos.

Segundo o Dr. Bruno Coutinho, neurofisiologista do CREB, 95% das pessoas que sofrem com hérnia de disco não precisam de uma cirurgia. A reabilitação pode ser realizada por meio de fisioterapia, acupuntura, hidroterapia, massagem e, eventualmente, uso de medicamentos.

Se você sente dores semelhantes a essa, procure um especialista. Melhore sua qualidade de vida o quanto antes!

Tratamentos

• Fisioterapia.
• Acupuntura.
• RPG.
• Hidroterapia.
• Cinta lombar para alívio da dor no quadro inicial.
•  Compressas, massagens e alongamentos são opções caseiras para alívio da dor, enquanto se espera pela consulta médica.

Dr.  Bruno Coutinho
Médico Neurologista
Especialista em Neurofisiologia, Mestre e Doutor em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).


Este artigo é meramente informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte um médico.


A fisioterapia no tratamento da incontinência urinária no pós-operatório da prostatectomia radical

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Considerado um procedimento cirúrgico eficaz para o tratamento do câncer de próstata, a Prostectomia pode provocar no paciente a incontinência urinária.

A boa notícia é que essa complicação pode ser tratada com fisioterapia, com bons resultados, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida.

“A Incontinência urinária é definida pela Sociedade Internacional de Continência como a queixa de qualquer perda involuntária de urina. Apesar de não ser considerada doença, a incontinência urinária tem impacto negativo na qualidade de vida do indivíduo, podendo afetar a autoestima, atrapalhar o sono, as atividades laborais, a vida íntima e sexual, além de elevar o risco de quedas e fraturas em idosos.

A ocorrência de incontinência urinária após a prostatectomia radical acontece devido lesões no esfíncter interno, que, nesse procedimento, é quase que integralmente ressecado, bem como as porções proximais do esfíncter externo”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, staff do serviço de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo a profissional, o tratamento de reabilitação física é considerado de primeira linha para a incontinência urinária, devido a sua natureza não-invasiva, indolor e o alto nível de satisfação em relação à melhora dos sintomas, e a possibilidade de combinação com outros tratamentos.

“No CREB utilizamos, entre outras medidas de fisioterapia, a reabilitação perineal com Biofeedback, eletroestimulação e exercícios dirigidos para a musculatura do assoalho pélvico. Esses métodos de tratamento já consagrados, costumam trazer muita satisfação e alegria as pessoas com essas queixas, que tem a oportunidade de se livrar da incontinência urinária”, completa Waleska.


Em torno de 10% das crianças entre 5 e 6 anos têm incontinência urinária

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O treinamento do mecanismo urinário varia de criança para criança.

Cerca de 10% das crianças entre 5 e 6 anos apresentam incontinência urinária durante o dia. Entre os 12 e 18 anos, a prevalência diminui para 4%. “A incontinência urinária diurna pode causar estresse em crianças em idade escolar, além de impacto negativo sobre a sua autoestima. Por isso, é importante identificar o problema e cuidar de crianças com incontinência urinária o mais cedo possível”, explica a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Uroterapia para incontinência urinária

A Uroterapia pode atuar nesta questão, apresentando ótimos resultados, e é indicada para crianças com sintomas de disfunção da micção, incontinência urinária durante o dia, urgência miccional e infecções urinárias recorrentes, persistentes mesmo após tratamento conservador adequado, farmacoterapia e/ou intervenções cirúrgicas. Segundo Walesca, a terapia resultante é baseada sobre o tratamento da incontinência urinária durante o dia, a regulação da ingestão de líquidos e da frequência de micção e tratamento da constipação, se necessário.

“Diferentes termos são usados na literatura para programas de tratamento não invasivos para crianças com disfunção do trato urinário: uroterapia, treinamento da bexiga, terapia do assoalho pélvico, terapia comportamental e reabilitação da bexiga. O objetivo dessas intervenções consiste em ensinar as crianças a realizarem o esvaziamento regular e completo da bexiga, como um processo sistemático em que as reações físicas são trazidas sob controle consciente.

Durante o tratamento, a criança é educada sobre as funções do sistema urinário, postura correta ao urinar, hábitos alimentares e comportamentais que podem ter consequências negativas (como a pressa, por exemplo), entre outros. A Uroterapia é bem-sucedida no tratamento da incontinência urinária diurna em crianças, além do benefício adicional da melhora dos sintomas de micção acompanhantes”, finaliza a fisioterapeuta do CREB.



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